O diamante é carbono — o mesmo material de um lápis. O que transforma o carbono no material mais valioso da natureza não é a matéria-prima: é o processo. Pressão extrema, na direção certa. A identidade do UAI Summit 2026 parte dessa metáfora para falar do humano sob a pressão da revolução tecnológica.
Quando você tira o U do UAI, sobra AI. Mas sem o humano, a tecnologia não serve para nada. A marca posiciona o evento como o espaço do humano curioso dentro do mundo novo — onde a pressão encontra propósito —, ancorada na identidade mineira de quem pergunta antes de agir. Tom curioso, não ansioso: "vem ver isso aqui", não "corre que você vai perder".




A metáfora do diamante: carbono que vira a pedra mais valiosa pelo processo, não pela matéria-prima. O humano como ponto de partida de toda revolução tecnológica — antes de toda IA, existe um UAI.
Uma identidade holográfica sobre carbono, com formas de diamante em 3D e a tipografia Space Grotesk + Syne — coesa do digital ao físico, sempre com o tom curioso da identidade mineira.
A marca aplicada em tudo: palco LED, credenciais Diamond, cartazes da campanha e materiais do evento — cada peça reforçando o convite "vem ver o que está acontecendo".